Seis anos atrás, Todd McGee era um trabalhador do setor da construção
civil, magro e atlético de 34 anos que morava com a esposa e a filha
pequena em Martha's Vineyard, onde passava os fins de semana de verão
surfando. Um derrame cerebral mudou sua vida para sempre.
Hoje, com um braço inutilizado e dificuldade para falar, McGee, agora
com 40 anos, não pode trabalhar. Ele dedica a maior parte do tempo a se
manter o mais saudável possível. Embora consiga dirigir e cuidar da
filha, agora com sete anos, tudo demora mais, ele tem problemas para se
concentrar até mesmo em atividades rotineiras que outros desempenham com
facilidade, como fazer compras no supermercado.
'Sem sobra de dúvida, eu gostaria de ter a minha vida de volta, construir casas, barcos e surfar no tempo livre.'
Sua experiência, complicada por um atraso sério de diagnóstico, é um lembrete poderoso de que derrames podem e acontecem com gente jovem. O quanto antes o diagnóstico for feito, menor é a probabilidade de o resultado ser uma deficiência para o resto da vida.
'Sem sobra de dúvida, eu gostaria de ter a minha vida de volta, construir casas, barcos e surfar no tempo livre.'
Sua experiência, complicada por um atraso sério de diagnóstico, é um lembrete poderoso de que derrames podem e acontecem com gente jovem. O quanto antes o diagnóstico for feito, menor é a probabilidade de o resultado ser uma deficiência para o resto da vida.

