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20 de setembro de 2013

Empresa desenvolve primeiro celular transparente em seis anos.

Divulgação
O primeiro celular do gênero tinha só o teclado transparente
Uma subdivisão taiwanesa da empresa de tecnologia norte-americana Polytron Technologies desenvolveu o primeiro celular totalmente transparente do mundo. Feito de vidro condutor, o aparelho funciona como um smartphone, mostra imagens dos dois lados da tela, sendo sensível ao toque em um deles. Além disso, o dispositivo foi desenvolvido para aguentar quedas e arranhões.
Pelas comparações feitas, o produto quer chegar ao mercado ocupando o lugar do iPhone 5. O aparelho da Polytron tem uma tela 0,3 polegada maior que o carro-chefe da Apple e é 25% mais leve.
Nem todos os componentes internos são transparentes, como a bateria e o alto-falante, mas foram colocados nos cantos para garantir que o usuário consiga ver através do aparelho. O celular demorou seis anos para ser desenvolvido e vai começar a ser produzido este ano. Ainda sem data de lançamento ou valor anunciados, ele deve sair mais barato que o iPhone.

Confira um video com o celular funcionando:
Fonte:POP

4 de setembro de 2013

Senado articula mudança em PEC do voto aberto; parlamentar vê "manobra política".

Após ser aprovada por unanimidade na Câmara na terça-feira, dia 3, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que põe fim ao voto secreto no Congresso pode ser alterada antes de ser analisada no Senado. Parte dos parlamentares não querem que o voto seja aberto para vetos presidenciais e escolha de autoridades do Executivo e Judiciário, pondo fim ao sigilo apenas nos casos de cassação de mandato.
Senado articula mudança em PEC do voto aberto; parlamentar vê `manobra política`
Álvaro Dias acredita que as discussões no Senado irão atrasar a aprovação do texto









"Provavelmente haverá emenda para que a votação secreta de autoridades e vetos permaneça no Legislativo. Isso previne o parlamentar e permite votar contra o próprio governo", disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR).
Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a aprovação do texto na Câmara foi uma "manobra política". Autor de um projeto que prevê o fim do voto secreto para perda de mandato nas situações de falta de decoro e de condenação criminal, o tucano crê que as discussões que a matéria irá suscitar no Senado devem atrasar o fim da aprovação definitiva do projeto. “Se há uma proposta já apresentada e aprovada no Senado (...) por que colocá-la em segundo plano e aprovar uma proposta que terá que passar pelo Senado, e que não obterá consenso no Senado?”, questionou.
presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), viabilizou ontem a aprovação da medida, parada há sete anos, sem acordo com o Senado. A ação foi organizada para minimizar o desgaste causado pela votação secreta que manteve o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), preso desde o dia 28 de junho após ser condenado a 13 anos de prisão pelos crimes de peculato e formação de quadrilha.Fonte:Pop

Obama diz que questão síria põe credibilidade dos EUA em jogo.

Por Steve Holland e Matt Spetalnick
Obama diz que credibilidade da comunidade internacional está em jogo com a SíriaObama quer dar "resposta ao mundo" no caso Síria




ESTOCOLMO, 4 Set (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um desafio direto nesta quarta-feira aos congressistas norte-americanos céticos para que aprovem seu plano de ataque militar à Síria, ao dizer que se isso não for feito eles vão pôr em risco o prestígio e a credibilidade internacional do país.

Obama aproveitou a visita à Suécia para reforçar sua posição sobre uma ação militar limitada contra o presidente sírio, Bashar al-Assad, insistindo que a comunidade internacional não poderia permanecer em silêncio diante da "barbárie" do ataque com armas químicas em 21 de agosto, que ele atribuiu às forças do governo da Síria.

"Minha credibilidade não está em risco. A credibilidade da comunidade internacional está em risco", disse Obama em entrevista à imprensa em Estocolmo. "E a credibilidade da América e a do Congresso está em risco porque demonstramos apoio à noção de que essas normas internacionais são importantes."

A apenas um dia da viagem a São Petersburgo para tomar parte da cúpula do G20, cujo anfitrião é o presidente da Rússia, Vladimir Putin, Obama afirmou ter esperança de que o líder russo voltará atrás em seu apoio a Assad. Mas não chegou a dizer que tem grande expectativa de uma mudança de posição de Putin.

Obama fez os comentários depois que Putin abriu uma pequena fresta para um potencial acordo sobre a Síria na quarta-feira ao não querer descartar por completo a possibilidade de apoio russo a uma ação militar, num momento em que se prepara para receber os outros líderes mundiais.

Ao mesmo tempo, Putin disse que qualquer ataque contra a Síria será ilegal se não tiver o apoio da ONU.

Obama fez uma grande aposta política ao adiar a ação militar contra a Síria para tentar antes convencer um Congresso dividido a lhe dar autorização para o ataque a alvos governamentais sírios.

Assessores dizem que mesmo em viagem Obama permanecerá no topo dos debates no Congresso, em Washington, onde sua equipe de segurança nacional deflagrou uma campanha intensa para reduzir as preocupações de congressistas relutantes e de uma população cansada de guerras.

Embora declare acreditar na obtenção do aval do Congresso, Obama elevou a pressão para uma decisão rápida do Legislativo, dizendo que a falta de ação poderia permitir a Assad desfechar novos ataques.

"A questão é qual será a credibilidade do Congresso quando aprovar um tratado dizendo que temos de proibir o uso de armas químicas", afirmou Obama, que não quis dizer se iria levar adiante o ataque à Síria caso o Congresso rejeite o seu plano. Mas declarou que, por lei, não precisaria levar a questão ao Congresso e deixou claro que se reserva o direito de proteger a segurança nacional dos EUA.

O presidente norte-americano viajará a São Petersburgo na quinta-feira para participar da cúpula das 20 maiores economias, um evento que certamente será dominado pelas tensões em relação à Síria.

(Reportagem adicional de Geert De Clercq, Roberta Rampton, Alistair Scrutton).Fonte:Pop

Agência de espionagem alemã diz que Assad está por trás de ataque com gás

Agência de espionagem alemã diz que Assad está por trás de ataque com gás
Cartazes de opositores querem fim da ditadura de Assad

Por Alexandra Hudson
BERLIM, 4 Set (Reuters) - Uma autoridade do grupo militante islâmico Hezbollah disse, em conversa telefônica interceptada pela inteligência da Alemanha, que o presidente sírio, Bashar al-Assad, cometeu um erro ao ordenar um ataque com gás no mês passado, o que sugere a responsabilidade do líder sírio, segundo participantes de um encontro de segurança com parlamentares alemães.

De acordo com pessoas que participaram do encontro confidencial na segunda-feira, na qual o ministro das Relações Exteriores alemão, Guido Westerwelle, esteve presente, o chefe da agência de inteligência externa BND disse aos parlamentares que as indicações que apontam Assad como culpado pelo episódio do dia 21 de agosto incluem uma ligação telefônica que se acredita ter sido entre um membro de alto escalão do Hezbollah e a embaixada do Irã em Damasco.

Na conversa telefônica o integrante do Hezbollah diz que a ordem de Assad para realizar o ataque foi um erro e que o líder sírio estava perdendo a calma, disse o BND na reunião, segundo participantes. Tanto o Hezbollah quanto o Irã apoiam Assad.Fonte:POP

Xbox One chega ao Brasil em 22 de Novembro com mais potência do que antes.

Microsoft garante que você não vai precisar comprar suas Season Pass mais de uma vez

Microsoft anunciou hoje que seu novo console, o Xbox One, será lançado simultaneamente em 13 mercados (incluindo o Brasil) no dia 22 de novembro. Nos Estados Unidos ele chega uma semana após o PlayStation 4, nas lojas dia 15, enquanto por aqui é uma semana antes, já que o console da Sony está planejado para o dia 29 do mesmo mês. O Xbox One já tem o preço confirmado de R$ 2.199.
Por enquanto, apenas Alemanha Austrália  Áustria, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Irlanda, Itália, México, Nova Zelândia e Reino Unido terão o console lançado oficialmente em seus territórios, com outros mercados recebendo-o apenas em 2014.
Por consequência, os 23 títulos anunciados para o lançamento do console também ganharam data. Sim, isso significa que você vai gastar um bom tempo não só decidindo quais comprar primeiro, como também jogando todos eles.
O console, porém, não terá todas as funcionalidades disponíveis para todos os 13 países, já que apenas alguns terão total acesso ao controle por voz da plataforma. A Microsoft do Brasil já confirmou que a maior parte dos comandos simples e que já usamos no 360 estarão disponíveis, mas coisas novas como o “Xbox On”, que liga todos os sistemas conectados ao console, precisará de mais alguns meses para funcionar em nossa língua.