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1 de outubro de 2013

Autoridades brasileiras aliviam a barra da Chevron por vazamento no Rio.

Ministério Público queria indenizações de R$ 20 bi na época do derramamento. Cogitou-se expulsar empresa do país. Quase dois anos depois, multas não passarão de R$ 150 mi.
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Desastre saiu barato: em um mês, de Frade, a Chevron extrai em torno de R$ 100 milhões
São Paulo – As autoridades brasileiras desistiram de estabelecer punições mais severas às empresas responsáveis pelo acidente geológico no Campo de Frade, na Bacia de Campos, que em novembro de 2011 provocou o vazamento de 3,7 mil barris de petróleo na costa fluminense. Novos derramamentos voltaram a ocorrer em março de 2012, e indícios revelam que o petróleo continua escorrendo até hoje.
As ameaças de expulsar a Chevron do país, suspender suas atividades, processá-la e aplicar-lhe uma multa de R$ 20 bilhões pelos danos causados ao ecossistema marinho se reduziram a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) considerado “insuficiente” por profissionais da área. Engenheiros e sindicalistas acreditam que o acordo, além de não castigar a empresa pela sua falta de compromisso com a segurança e o meio ambiente, tampouco servirá para evitar novos acidentes.

Painel da ONU reafirma que ser humano é principal causador do aquecimento global.

Principais conclusões do novo documento elaborado pelo IPCC ratificam suspeitas apresentadas pelo relatório anterior, em 2007. 'A temperatura está aumentando'
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Líderes do IPCC apresentaram resumo do novo relatório em Estocolmo, na Suécia

São Paulo – Os céticos de sempre continuarão questionando, mas o novo relatório (AR5) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) das Nações Unidas, divulgado hoje (27) em Estocolmo, na Suécia, ratifica a conclusão do relatório anterior (AR4), apresentado em 2007: o ser humano é o principal responsável pelo aquecimento global.
“A influência humana no sistema climático é clara. E é evidente na maioria das regiões do planeta”, decreta o documento. “É extremamente provável que a influência humana tenha sido a causa dominante do aquecimento global observado desde meados do século 20. A evidência disso cresceu, graças a mais e melhores observações, uma compreensão melhorada da resposta do sistema climático e melhores modelos climáticos.”

Síria: Inspeções a armas químicas devem começar até Terça-Feira.

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Reunião do Conselho de Segurança da ONU que aprovou programa de destruição do arsenal químico da Síria
São Paulo – O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta sexta-feira (27) por unanimidade uma resolução que condena o uso de armas químicas na Síria. As inspeções do arsenal químico daquele país devem começar até terça-feira (1º), segundo decisão da Organização para a Interdição das Armas Químicas (Oiaq). A ONU também adverte o regime de Damasco de que haverá "consequências" caso descumpra os compromissos internacionais.

Dilma põe 'tecnologia' do Bolsa Família à disposição do Paraguai

Ao lado de Horacio Cartes, presidenta saudou volta do país ao Mercosul e falou em integração regional da Patagônia ao Caribe.
Dilma e Cartes
Chefes de Estado de Brasil e Paraguai destacaram vontade de ambos os países de construir amplas parcerias
São Paulo – O aprofundamento das relações bilaterais, com o desenvolvimento de políticas públicas em parceria, foi o tema principal da entrevista coletiva concedida hoje (30) pela presidenta Dilma Rousseff e o colega paraguaio Horacio Cartes, em Brasília. No discurso antes do almoço no Palácio do Planalto, a presidenta ressaltou a disposição de Cartes em superar a miséria em seu país.
“Estou feliz com seu compromisso de combate à pobreza como fator de integração entre os dois países”, afirmou Dilma. Segundo ela, “o Brasil vai procurar colocar de forma sistemática a tecnologia dos programas Bolsa Família e Brasil sem Miséria” à disposição do país vizinho. Na visão da presidenta existe convergência de compromisso entre os governos dos dois países no combate às desigualdades sociais.
Dilma ressaltou a disposição de o Brasil intensificar as relações com o Paraguai em várias áreas – social, econômica, energética e cultural. Ela citou a construção da linha de transmissão entre a usina de Itaipu e a subestação de Villa Hayes, na Grande Assunção, como simbólica da parceria entre os dois países.
A ponte na fronteira, que vai ligar Foz do Iguaçu à cidade de Presidente Franco, do lado paraguaio, é outra obra citada pelos dois presidentes. As obras devem começar em novembro e serão financiadas pelo Brasil. O presidente Horacio Cartes demonstra otimismo. “Já estou pensando na quarta e na quinta ponte”, declarou. Dilma disse que a nova ponte vai ajudar as exportações do país vizinho.
Além de negócios e parcerias, os dois discutiram a volta do Paraguai ao Mercosul, do qual foi suspenso após a deposição do presidente Fernando Lugo, em junho de 2012.
“Consideramos que a participação tem um significado muito importante nesse momento, e consideramos também que seremos capazes, no Mercosul, de integrar da Patagônia ao Caribe, de tornar a região um tecido multilateral muito mais forte”, preconizou Dilma. “Seremos capazes de estar à altura do desafio que é construir, implementar a integração e a cooperação entre nossos países.”
Cartes mencionou os brasiguaios como exemplo da importância das relações entre os dois povos e disse que muito da agricultura de seu país é devida ao trabalho dessas pessoas.
Esta foi a terceira reunião realizada entre os dois chefes de Estado desde 15 de agosto, quando Cartes tomou posse, com um discurso de identificação com os governos de esquerda da América do Sul, jurando combate à pobreza e luta pela democracia.
O novo presidente paraguaio pertence ao partido Colorado, que ficou 60 anos no poder e manteve a ditadura de Alfredo Stroessner (1954-1989). Empresário, é um dos homens mais ricos do Paraguai.
Fonte: redebrasilatual 

Governo dos Estados Unidos entra em pane financeira.


Barack Obama: extrema direita resolve ir pro ataque e deixa presidente acuado, junto com seu partido
O impensável aconteceu: num país que vem se recuperando lentamente de uma das suas piores crises econômicas, o rancor da direita provoca o fechamento parcial do governo. De quebra, isto acontece num momento em que o governo Obama está envolvido em cruciais negociações no plano internacional.
Mais impensável ainda é o fato de que o motivo de superfície para tal insanidade é a extensão de seguridade médica para uma larga faixa de população desassistida, através de uma rede pública.