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2 de janeiro de 2014

HDs 20 vezes menores, é a promessa de nova tecnologia

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O avanço da tecnologia está permitindo ao homem desenvolver diversos dispositivos pequenos em tamanho, mas gigantes em capacidade de armazenamento. Agora, uma estranha descoberta promete criar HDs 20 vezes menores do que os atuais, mas com um imensurável espaço para dados.

A tecnologia descoberta é uma partícula que poderia encolher o disco rígido de um computador portátil para o tamanho de um amendoim. Essa partícula, chamada de skyrmion, é capaz de armazenar os dados em meios ultra compactos. A descoberta pode levar ao desenvolvimento de computadores mais rápidos, capazes de combinar armazenamento com capacidade de processamento.
Essa evolução só vai se tornar realidade graças ao trabalho de físicos que conseguiram encontrar vórtices magnéticos microscópicos. Os skyrmions são arranjos de átomos que podem agir como um ímã que apresenta mais estabilidade topológica.

Segundo os cientistas da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, essa nova tecnologia oferece a possibilidade de armazenar a informação de forma estável e, teoricamente, um dispositivo skyrmionic poderia armazenar 20 vezes mais dados por unidade de superfície do que os discos rígidos atuais. No entanto, ainda existe um longo caminho de pesquisas até que a tecnologia esteja pronta para ser utilizada. É preciso testar todas as aplicações práticas dos skyrmions.

O nome da partícula estudada na Alemanha é uma homenagem a Tony Skyrme, um físico britânico que foi o primeiro a teorizar a existência dos skyrmions em 1962. De uma forma simples, os skyrmions são minúsculos campos magnéticos que cercam grupos de átomos. No futuro, esses campos serão a base para o armazenamento de dados.
Segundo os pesquisadores, os eletrônicos baseados em skyrmions não seriam apenas menores e mais estáveis, eles também usariam menos energia e seriam mais econômicos.
Fontes: Discovery, Nature.

Aos 22 anos e longe de solução final, despoluição do Tietê já consumiu US$ 3,6 Bilhões

Para geólogo, sem articulação metropolitana e universalização do saneamento básico, principal rio do estado seguirá sujo. Após dinheiro do Japão, França vira aposta de Alckmin para resolver problema
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Tietê e afluentes da região metropolitana da capital: de obras a projetos de habitação, despoluição não chega a resultados
São Paulo – Os projetos de despoluição e desassoreamento do rio Tietê não terão resultados satisfatórios e definitivos se as principais causas da deterioração de suas águas, no passado e no presente, não forem combatidas. O primeiro fator é a falta de saneamento básico universalizado, e o outro o assoreamento, ambos causados pela “ação humana”, adverte o geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos, ex-diretor do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo e autor de vários livros sobre o tema. “A qualidade das águas responde diretamente à qualidade do sistema de saneamento básico, competência da Sabesp com irresponsabilidades do DAEE”, diz.

IPI para linha branca continua por tempo indefinido

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Fazenda anuncia que pretende prolongar renúncia fiscal como forma de estímulo à indústria de eletrodomésticos
Brasília – As alíquotas atuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca vão continuar a valer, sem data prevista de mudança, informou ontem (31) o Ministério da Fazenda.
De acordo com o ministério, quando as novas alíquotas foram anunciadas, em outubro, já não havia previsão de término da medida para eletrodomésticos da linha branca. Com isso, a alíquota do fogão continua em 4%; da geladeira, em 10%; do tanquinho, em 5% e da máquina de lavar, em 10%.
Originalmente, o IPI da linha branca correspondia a 4% para os fogões, 10% para os tanquinhos, 15% para as geladeiras e 20% para as máquinas de lavar. Em abril de 2009, as alíquotas foram reduzidas, mas voltaram ao normal em fevereiro de 2010. Em dezembro de 2011, a linha branca teve nova desoneração. Os móveis e painéis pagavam originalmente 10% de IPI e estavam com a tributação reduzida desde novembro de 2009.
As alíquotas foram diminuídas e estão sendo gradualmente recompostas desde fevereiro deste ano. Ao reduzir as alíquotas, o objetivo do governo é estimular setores internamente, diante da crise econômica mundial.
Fonte:RedeBrasilAtual

Salário mínimo de R$ 724 passa a vigorar hoje, 1º de janeiro

Novo valor equivale a 2,23 cestas básicas. Trata-se da maior relação de poder de compra desde 1979.
Brasília – O novo salário mínimo de R$ 724 passa a vigorar hoje(1°). O valor é 6,78% superior aos R$ 678 atuais. O percentual está acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo que, segundo projeções recentes de analistas do mercado, divulgadas no início da semana passada pelo Banco Central, deve fechar o ano em 5,72%.
dinheio.jpgO aumento do salário mínimo está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2014, e foi aprovado pelo Congresso na semana anterior à do Natal. No dia 23 de dezembro, a presidenta Dilma Rousseff assinou o decreto com o reajuste e confirmou o novo valor.
Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o mínimo injetará R$ 28,4 bilhões na economia em 2014. De acordo com cálculos da entidade, o novo valor permite a compra de 2,23 cestas básicas. Trata-se da maior relação de poder de compra desde 1979.
O salário mínimo passou a vigorar no Brasil em 1º de maio de 1940, durante o governo Getúlio Vargas. A Constituição Federal estabelece que o valor deveria ser suficiente para suprir as necessidades básicas do trabalhador e de sua família: alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.
Fonte:RedeBrasilAtual

Entra em vigor ampliação da cobertura de planos de saúde

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ANS amplia exigências de coberturas para empresas privadas de saúde
Brasília – Entra em vigor hoje (2) a ampliação da cobertura obrigatória para beneficiários de planos de saúde, que inclui 37 medicamentos orais para tratamento domiciliar de câncer, além de 50 novos procedimentos como exames, consultas e cirurgias. As mudanças foram anunciadas em outubro pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).