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5 de janeiro de 2014

GM diz a Mantega que demissões em São José dos Campos são irreversíveis

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GM comunicou Guido Mantega que, apesar de produção e lucros em alta, insistirá em demitir metalúrgicos.
São Paulo – As demissões em uma das oito fábricas da General Motors (GM), em São José dos Campos (SP), responsável pelo veículo modelo Classic, são irreversíveis, disse na tarde de ontem (3) Luiz Moan, diretor de assuntos institucionais da General Motors (GM) e presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A declaração de Moan foi dada a jornalistas no prédio da presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo, após ele ter sido convocado para uma reunião pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Crise no Maranhão reafirma incapacidade do país para lidar com a questão carcerária

Sociólogo Renato Sérgio Lima alerta que segurança pública não é só direito penal e que não adianta achar que rebeliões em presídios 'são bandidos matando bandidos'.
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Brasília–  A crise prisional no Maranhão é emblemática e evidencia a incapacidade do Estado brasileiro, em todas as suas instâncias e Poderes, para lidar com a questão carcerária, avalia o sociólogo Renato Sérgio Lima, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV). Para ele, é fundamental e urgente haver uma reformulação da política de segurança pública no país, com efetiva articulação entre a União e os estados, a garantia de condições mínimas de sobrevivência para os presos enquanto cumprem a pena privativa de liberdade e a implementação de punições alternativas às prisões.
No maior complexo penitenciário maranhense, o de Pedrinhas, em São Luís, já foram registradas duas novas mortes desde o primeiro dia do ano, além da fuga de um detento. Josivaldo Pinheiro Lindoso, de 35 anos, foi encontrado em uma cela de triagem com sinais de estrangulamento, e Sildener Pinheiro Martins, de 19 anos, foi vítima de golpes de chuço (paus com uma pontas agudas semelhante a uma lança).

Cinco declarações de Marilyn Manson

Reprodução/Facebook
Todo mundo conhece Marilyn Manson, o cantor cheio de maquiagem que representa um personagem bizarro e faz um heavy metal/gothic rock bem controverso, se autointitulando “o anticristo”, entre outras polêmicas. Hoje ele completa 45 e é um ícone cultural da música. Mas você sabia que por trás desta “persona”, Marilyn é jornalista, participou do documentário “Tiros em Columbine” (2002), de Michael Moore, e tem várias coisas interessantes a dizer? Confira algumas de suas frases que vão fazer você pensar.
Marilyn Monroe não era um nome verdadeiro, Charles Manson não era o nome real dele e agora, estou me chamando assim como se fosse meu nome real. Mas o que é real? Você não pode encontrar a verdade, somente escolhe a mentira que você mais gosta”, sobre seu nome artístico.
“Acredito que a arte seja a única coisa espiritual no mundo. Me recuso a ser forçado a acreditar na interpretação que outras pessoas fazem de Deus. Não acho que ninguém deveria aceitá-las. Ninguém pode requerer direitos autorais pelo significado de Deus”, sobre espiritualidade.
“Qualquer um que seja inteligente o suficiente para perceber o que é o país Estados Unidos da América, não vai ficar parado sem fazer nada. Vai ficar da mesma forma que eu sou. Da mesma forma que meus fãs são. Vai ficar p*to.”, sobre o american way of life e a sociedade norte-americana.
“Quando eu era criança, música era meu escape. É a única coisa que não te julga. Você sabe, você põe um disco para tocar, e ele não vai gritar com você pelo jeito como você se veste. Ele vai fazer com que você se sinta melhor sobre você mesmo”, sobre buscar conforto na música.
“Quando você assiste TV para saber as notícias, é bombardeado com imagens de violência e medo, há inundações, AIDS, assassinatos, corta para o comercial, compre tal produto, compre tal pasta dental e se você tem mau hálito ninguém vai querer falar com você, se você tem espinhas na cara, a garota não vai dormir com você, isto tudo é campanha do medo e consumismo, e é em tudo isso que somos baseados: ‘deixe todos com medo e eles irão consumir’”, sobre a sociedade de consumo doentia.
Este músico ainda tem muito a dizer. Feliz aniversário, Marilyn!
Fonte:POP

Alunos veem entrada de William em universidade como um insulto

Príncipe não teria qualificação acadêmica suficiente para ser aceito
Alguns estudantes da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, não estão muito felizes com a notícia de que serão colegas do príncipe William a partir deste mês. O jornal universitário "The Tab" defende que o duque não se qualificaria para fazer parte da instituição.

Segundo o veículo, as notas do futuro rei não são altas o suficiente para cumprir as exigências pela qual todos os alunos passam. "Convenientemente, no entanto, Will está registrado como benfeitor do departamento em que estudará", destacou o universitário Will Heilpern, que escreve para o jornal, insinuando uma política do "pagou, passou".

Em um artigo para o "The Guardian", a recém-formada por Cambridge Melissa Berrill disse que se sente pessoalmente envergonhada com a "surpreendente" entrada de William para a universidade. Ela classificou a admissão do duque como um "insulto" aos alunos de ótimas notas que nunca tiveram vantagens com a instituição.
Fonte:POP

4 de janeiro de 2014

Cientistas finlandeses criam "'mapa corporal" das emoções


Uma equipe de pesquisadores finlandeses criou o que pode ser o primeiro mapa a apontar em que lugar do corpo as emoções humanas se manifestam.
Os cientistas da Universidade de Aalto comprovaram que cada emoção desperta reações em diferentes áreas e que isto acontece independentemente do fato de as pessoas terem culturas diferentes.
De acordo com os pesquisadores, o corpo reage desta forma devido a mecanismos biológicos que nos preparam para responder ao que acontece à nossa volta, seja para a defesa ou para desfrutar da situação.
"As emoções não ajustam apenas a nossa saúde mental, mas também nossos estados corporais. Desta forma, nos preparam para reagir rapidamente frente aos perigos, mas também diante de qualquer oportunidade que o ambiente nos ofereça, como uma interação social prazerosa", disse Lauri Nummenmaa, professora de neurociência e líder da equipe de cientistas.
Os autores do trabalho, publicado na revista especializada PNAS, afirmam que o mapa físico emocional tem bases biológicas e é universal.

Pelo corpo todo Para o estudo, os cientistas realizaram cinco experimentos com 701 pessoas.
Os voluntários deveriam localizar em que lugar sentiam o efeito de uma série de emoções básicas como raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza ou surpresa, e outras mais complexas como ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha e inveja.
Os participantes tinham que colorir em uma figura humana as zonas que se ativavam mais ou menos enquanto ouviam as palavras que designam cada uma destas emoções.



Vermelho era usado para marcar as áreas de maior atividade e o azul, as com menos sensações. 

O vermelho era usado para marcar as áreas de maior atividade e o azul, as com menos sensações.
Os cientistas então observaram uma grande coincidência, acima de 70%, das áreas coloridas.
É possível observar no mapa criado pelos pesquisadores que as duas emoções que causam uma reação corporal mais intensa e em todo o corpo são o amor e a alegria.
Também é possível ver que, no geral, todas as emoções básicas ativam sensações na parte superior do corpo, onde estão os órgãos vitais. E principalmente na cabeça.
"Observar a topografia das sensações corporais disparadas pelas emoções permite criar uma ferramenta única para a investigação das emoções e pode até oferecer indicadores biológicos de transtornos emocionais", afirmaram os cientistas em seu estudo.
Os cientistas também fizeram outros quatro experimentos com os voluntários, envolvendo fotografias, imagens, filmes e relatos que tentavam transmitir a eles as emoções em questão.
E, para garantir que estes mapas não dependiam da cultura ou língua dos voluntários, os cientistas repetiram os exercícios em três grupos diferentes: finlandeses, suecos e taiwaneses.
Mesmo em grupos de nacionalidades diferentes, os cientistas observaram as coincidências e, por isso, concluíram que as respostas físicas às emoções parecem universais.
Fonte:noticias.terra