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25 de agosto de 2014

Asteroide 1950 DA

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Os pesquisadores estudam uma forma de impedir que o Asteroide 1950 DA chegue a colidir com a Terra no ano de 2880. Estudos já demonstraram que o Asteroide 1950 DA, que tem mais de 1 km de diâmetro e um alto potencial destrutivo, pode atingir a Terra exatamente no dia 16 de março de 2880.
Pode até parecer uma data muito distante, e você, provavelmente, deve ter pensado: “não estarei mais vivo neste ano”. Contudo, o risco do Asteroide pode afetar de forma definitiva todas as formas de vida no planeta, inclusive a existência das próximas gerações da sua família.

De acordo com estudos da Universidade de Tennessee, nos Estados Unidos, existe uma esperança para que o asteroide possa ser desviado da rota da Terra. O asteroide 1950 DA pode causar estragos e tem 1 chance em 300 de colidir com a Terra a um velocidade média de 60 mil km/h.

A possível colisão com o planeta seria equivalente a 45 mil megatoneladas de dinamite, uma força 2 milhões de vezes superior à potência da bomba atômica. O impacto provocaria tsunamis em todo o planeta.

Para os astrônomos norte-americanos, a única chance de evitar a colisão é desviar a rota do corpo celeste, mas eles ainda não têm uma resposta sobre como realizar esta missão. Os pesquisadores já sabem que o Asteroide 1950 DA é formado por pedaços de rocha que se mantém juntos graças à força de Van der Waals, que apresenta gravidade negativa.
Fonte:Curiosidade

Dia da Sobrecarga da Terra

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Desde o ano 2000, pesquisadores do mundo inteiro lembram o Dia da Sobrecarga da Terra, data marcada anualmente para demonstrar o desgaste dos recursos naturais do planeta. Em 2014, a Terra chegou ao limite do gasto da sua biodiversidade no dia 19 de agosto, ou seja, no oitavo mês do ano os homens já haviam estourado o “orçamento” dos recursos naturais disponíveis para o ano inteiro.
O Dia da Sobrecarga da Terra, ou Earth Overshoot Day, em inglês, é uma iniciativa da organização internacional Global Footprint Network (GFN). Esta data marca o esgotamento dos recursos naturais disponíveis para o ano, o que significa que, a partir deste dia, todos os recursos consumidos pelo homem não serão repostos pela natureza.
O Dia da Sobrecarga da Terra também demonstra que o planeta não terá mais capacidade de absorver resíduos, como o dióxido de carbono (CO2), por exemplo. De acordo com a GFN, os homens teriam que ter um planeta Terra e meio para conseguir um saldo positivo no uso dos recursos naturais mantendo o atual nível de desmatamento, erosão do solo, poluição das fontes de água e perda de biodiversidade.

A data aponta que a humanidade tem uma “dívida ecológica” preocupante com o planeta. A expectativa é que os dados piorem a cada ano, pois a demanda por energia elétrica, água potável e pela produção de alimentos aumentará de forma alarmante até o ano de 2030.
Para os pesquisadores, o uso dos recursos naturais acima da capacidade do planeta é o principal desafio do século XXI.
Fonte:Curiosidade

18 de agosto de 2014

A revolta contra a razão e a defesa da razão

2.jpgHouve, ao longo da história, filósofos que não hesitaram em superestimar a capacidade da razão. Supunham que o homem fosse capaz de descobrir, pelo raciocínio, as causas originais dos eventos cósmicos ou os objetivos que a força criadora do universo, determinante de sua evolução, pretendia alcançar. Discorreram sobre o "absoluto" com a tranquilidade de quem descreve o seu relógio de bolso. Não hesitaram em anunciar valores eternos e absolutos nem em estabelecer códigos morais que deveriam ser respeitados por todos os homens.
Houve também uma longa série de criadores de utopias. Imaginavam paraísos terrestres onde só prevaleceria a razão pura. Não percebiam que aquilo que consideravam como razões finais ou como verdades manifestas eram tão somente fantasia de suas mentes. Consideravam-se infalíveis e, com toda tranquilidade, defendiam a intolerância e o uso da violência para oprimir dissidentes e heréticos. Preferiam a implantação de um regime ditatorial, para proveito próprio e daqueles que se dispusessem a executar fielmente os seus planos. Acreditavam que essa era a única forma de salvação para uma humanidade sofredora.

Onde termina a muralha da China?

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A Muralha da China tem um comprimento de 8,850 km. A construção se estende do Lago Lop, no oeste, até o interior da Mongólia, ao sul.
A Muralha da China passa por Jiayuguan, província de Gansu, e segue até a foz do rio Yalujiang, na província de Liaoning. Neste percurso, a Muralha atravessa o Deserto de Gobi, as províncias de Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu, e duas regiões autônomas, da Mongólia e de Ningxia.

A região de Shanhai é uma das passagens mais importantes da Grande Muralha da China. A obra foi construída pelos chineses para proteger o território contra as invasões dos povos do norte.

As bases da Grande Muralha da China começaram a ser erguidas antes da unificação do império, em 221 a.C. Em seguida, o imperador Qin Shihuangdi (259-210 a.C.) passou a unificar a muralha, que atingiu seu ápice durante o século 15, na dinastia Ming.

O tamanho da muralha, com seus 8850 quilômetros, foi calculado por um GPS. Segundo o governo chinês, a Muralha teria sido construída por milhares de camponeses. A obra só deixou de ser construída em 1677, por conta de uma ordem do imperador Kangxi. A construção é feita inteiramente de tijolos de barro.
Fonte:Curiosidade

Será que a tecnologia criou novos problemas profissionais?

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É inegável o poder de comunicação da tecnologia atualmente. Sua capacidade de transformar a maneira de como interagimos mudou o mundo. O que há alguns anos atrás parecia se tratar de ficção científica, hoje é absolutamente normal e corriqueiro, como por exemplo, uma vídeo conferência.
O problema é que todo esse progresso e avanço tecnológico fizeram com que aparecessem pessoas com sérias dificuldades de concentração. E é justamente no trabalho, talvez no escritório, que tais problemas se tornem mais visíveis e deixem marcas mais profundas – tantos as boas quanto as ruins. A distração é um deles. Um estudo da Universidade da Califórnia mostra que profissionais que trabalham em frente a um computador são interrompidos (ou se interrompem espontaneamente) a cada três minutos. Assim, toda vez que isso acontece, leva-se até 23 minutos para retomar a atividade. “Em uma semana, um profissional distraído perdeu muitas horas de trabalho”, conta o psiquiatra Frederico Porto, consultor da LHH/DBM, empresa de colocação de executivos, de Belo Horizonte. E acrescenta: “Além disso, o desgaste mental de mudar de uma atividade para a outra faz a pessoa ficar muito cansada”.
Como se não bastasse, a tecnologia tem sérios efeitos sobre a ansiedade. O sistema de recompensa do cérebro, o mesmo que nos faz comer para não morrer de fome, se adaptou à era digital e acabou por ficar “carente” também de informação. De acordo com Kelly McGonigal, PhD em Psicologia e professora da escola de negócios da Universidade de Stanford, em São Francisco, a consequência é sentir necessidade de consumir notícias assim como se sente vontade de almoçar.
Por esses motivos, a Associação de Psiquiatria Americana incluiu a partir deste ano a desordem no uso da internet no Manual de Transtornos Mentais, espécie de lista das doenças psiquiátricas existentes.
Fonte: Revista Você S/A (Editora Abril – março de 2013)