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16 de julho de 2016

Saiba quais são os smartphones com as melhores câmeras

As câmeras de smartphones já se tornaram um dos recursos mais importantes na hora de decidir qual aparelho comprar. Especializado em avaliar o componente, o site formula um ranking que é atualizado sempre que um novo celular chega no mercado.

Em geral, a lista permanece sempre com as mesmas marcas entre as 10 primeiras colocadas. Recentemente, após a avaliação da câmera do Moto Z Force, o top 10 foi atualizado e agora coloca o smartphone como um dos mais potentes neste quesito.

A nota “87” dada ao Moto Z Force colocou o smartphone na segunda posição da tabela, atrás apenas do Galaxy S7, da Samsung, e do HTC 10 que estão empatados em primeiro lugar com 88 pontos.  Confira abaixo a lista completa:


  • HTC 10 e Galaxy S7 Edge – 88 pontos
  • Moto Z Force Droid, Galaxy S6 Edge Plus e Xperia Z5 – 87 pontos
  • LG G5, Galaxy Note 5 e Galaxy S6 Edge – 86 pontos
  • iPhone 6s Plus, Nexus 6P, Moto G Plus e Moto Z Droid e Moto Droid Turbo 2 – 84 pontos
  • LG G4, Moto X Style, Galaxy Note 4 – 83 pontos
  • iPhone 6s, iPhone 6 Plus, iPhone 6, BlackBerry Priv e Xperia Z3+ - 82 pontos
  • Nextbit Robin – 81 pontos
  • Huawei P9 – 80 pontos
  • Galaxy S5, Xperia M5, Xperia Z3, Xperia Z2, Xiaomi Mi 5 – 79 pontos
  • Nexus 6, HTC One A9 – 78 pontos. 
  • Falso aplicativo de recarga da TIM instala vírus no celular

    Um novo golpe em formato de malware para smartphones está pegando muita gente desprevenida. Trata-se de um falso aplicativo que promete realizar recargas para smartphones que usam a operadora TIM. Ele utiliza o logo da empresa. Contudo, se você instalar ele, poderá ser infectado por um malware.
    Batizado de “Recarga TIM”, o app vem com um arquivo malicioso chamado AndroRat permite que hackers tenham acesso a diversas informações pessoais do usuário, tais como mensagens de texto, localização e senhas. O malware usa o código original do aplicativo e, por isso, ganha acesso a ações remotas do telefone, como realização de chamadas e envio de mensagens SMS.
    Ao Canaltech, a TIM informou que está ciente da cópia maliciosa e orienta que o aplicativo oficial da companhia seja baixado somente pelas lojas do Google Play (para Android) e na App Store (para iOS).

    Luz artificial pode trazer prejuízos ao sistema imunológico, diz pesquisa

    Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Leiden, na Holanda, mostra que a luz artificial pode ter afetado a humanidade mais do que se imagina. "Nós costumávamos pensar na luz e na escuridão eram estímulos inofensivos ou neutros com relação à saúde, mas agora percebemos este não é o caso, com base na acumulação de estudos de laboratórios em todo o mundo, todos apontando na mesma direção", explicam os pesquisadores.
    Em testes realizados com ratos de laboratório expostos à luz constante por 24 semanas, os pesquisadores constataram que os roedores perderam massa muscular e óssea, além de mostrarem sinais de osteoporose e inflamações no sistema imunológico.
    "A boa notícia é que, posteriormente, estes efeitos negativos na saúde são reversíveis quando o ciclo claro-escuro ambiental é restaurado", explica Johanna Meijer, da Universidade de Leiden.
    De acordo com os pesquisadores, se comprovada a ligação entre os efeitos observados nos animais de laboratório e os sintomas em seres humanos, pessoas que trabalham no período noturno ou que vivem em cidades onde há um brilho constante de iluminação pública, além daquelas expostas à luz durante muito tempo, como pacientes de unidades de terapia intensiva, podem acabar apresentando problemas de saúde.
    A próxima etapa do projeto é realizar uma análise aprofundada sobre os ciclos claro-escuro no sistema imunológico e investigar os benefícios de uma programação de luz rígida de saúde.

    É impossível existir um mercado desregulamentado

    Um grande problema econômico enfrentado pelo mundo é de ordem semântica.  O termo "regulação" passou a significar apenas "regulação governamental".  Aparentemente, ninguém parece estar ciente da alternativa: regulação por meio das forças de mercado. 
    Trata-se de um grande problema porque isso leva as pessoas a aceitarem acriticamente — e sem se dar ao trabalho de pensar em alternativas — enormes e variadas intervenções estatais que, no final, não apenas pioram e encarecem os produtos e serviços, como ainda beneficiam justamente os empresários mais ineficientes.

    Todos nós queremos vivenciar aqueles objetivos almejados pela regulação, como qualidade decente, confiabilidade, preços razoáveis para os bens e serviços que adquirimos.  Só que, ao julgarmos que a regulação governamental é a única maneira de obter tudo isso, acabamos sendo submetidos a uma vasta quantidade de restrições e decretos que não apenas são desnecessários e errôneos, como também são contraproducentes, pois privilegiam justamente os piores e mais incompetentes.

    4 de janeiro de 2016

    ICMS tem novas regras para comércio eletrônico

    Vigência á parte do cronograma para igualar a repartição do ICMS nas compras virtuais aos demais tipos de consumo
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    Com a ascensão da internet, o comércio eletrônico tornou-se um dos principais focos de disputa entre os estados.
    Brasília – A partir dia (1º), entram em vigor novas regras para a cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o comércio eletrônico, e os impostos estaduais das mercadorias compradas pela internet passam a ser repartidos entre os estados de origem e de destino do bem.
    Neste ano, o estado de destino da mercadoria ficará com 40% do diferencial de alíquotas (parcela do imposto que ele tem direito a receber); e o estado de origem, com 60%. Em 2017, a proporção se inverterá: 60% para o estado comprador e 40% para o estado vendedor. O estado consumidor ficará com 80% em 2018, e a partir de 2019, o diferencial será integralmente cobrado pelo estado de destino.

    A medida faz parte da Emenda Constitucional (EC) 87/2015, promulgada pelo Congresso em abril do ano passado, depois de três anos de discussões. A EC criou um cronograma para igualar a repartição do ICMS nas compras virtuais aos demais tipos de consumo.
    Nas compras físicas, feitas nas lojas, parte do ICMS interestadual fica com o estado produtor e parte com o estado consumidor. A proporção varia de 7% a 12%, conforme o estado de origem da mercadoria.
    Durante as discussões no Congresso, os parlamentares optaram por criar um cronograma de transição para reduzir a perda de arrecadação dos estados que sediam páginas de compras. Inicialmente, estava previsto que 20% do diferencial de alíquota do ICMS fossem destinados aos estados consumidores a partir de 2015. No entanto, por causa do princípio da anterioridade, alterações em impostos só podem ser aplicadas no ano seguinte à publicação da mudança.

    Com a ascensão da internet, o comércio eletrônico tornou-se um dos principais focos de disputa entre os estados. Isso porque o ICMS de mercadorias compradas pela internet ou por telefone, até agora, ficava integralmente com o estado que abriga a loja virtual por causa da falta de legislação para regulamentar o consumo à distância.
    A distorção trazia mais arrecadação para Rio de Janeiro e São Paulo, que abrigam a maioria dos sites de compra, e prejuízo para os demais estados, principalmente do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste.
    O ICMS interestadual incide quando uma mercadoria é produzida (ou importada) por determinado estado e vendida a outro. O estado de origem recebe a alíquota interestadual e o estado de destino – onde a mercadoria é consumida – fica com a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota final, chamada de diferencial de alíquotas.
    Dessa forma, se a alíquota final no estado de destino é de 18%, o estado produtor cobra os 12% de ICMS interestadual, e o estado consumidor fica com 6%.
    Fonte:RedeBrasilAtual