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21 de janeiro de 2014

Geladeira inteligente infectada é usada para distribuição de spam


A "internet das coisas" promete um futuro muito conveniente, com todos os aparelhos domésticos conectados, com capacidade de comunicação e extremamente inteligentes. Do outro lado da moeda está uma descoberta da empresa de segurança Proofpoint, que descobriu que pelo menos uma geladeira inteligente já está sendo usada como parte de uma botnet, uma grande rede de computadores infectados que podem ser controlados remotamente para fins maliciosos. No caso, o uso foi para distribuição de spam.

A falha destes novos aparelhos é que eles não possuem proteção contra malware, o que permite que cibercriminosos facilmente se aproveitem desta falha de segurança para comandar remotamente os aparelhos e utilizá-los para qualquer fim.
O relatório da Proofpoint aponta que os cibercriminosos também foram capazes de controlar roteadores, centrais de multimídia e televisões inteligentes.
O ataque foi capaz de distribuir 750 mil e-mails, disparando 100 mil por vezes, três vezes ao dia, com apenas 10 mensagens sendo enviadas por cada endereço de IP, o que dificulta o bloqueio.

Cerca de 25% dos e-mails foram enviados por aparelhos que não eram computadores convencionais ou celulares e tablets, mas é a primeira vez que é documentado o uso de eletrodomésticos em ciberataques. Isso não significa que eles nunca ocorreram anteriormente, mas que não haviam sido detectados.
Segundo a Proofpoint, a maior parte dos aparelhos domésticos afetados não sofreram com um ataque sofisticado. Eles foram vítimas de senhas fracas que os deixaram vulneráveis em redes públicas e abertos a este tipo de ataque.

David Knight, da Proofpoint, avisa que a chegada da Internet das Coisas pode piorar a situação das botnets. "Elas já são um grande problema de segurança e o surgimento dos 'thingbots' só pode piorar. Estes aparelhos são mal-projetados e os consumidores não têm como detectar ou corrigir as infecções que acontecerem", explica ele.

Via CNET e Proofpoint 

Pesquisa mundial de mulheres aponta espanhóis, brasileiros e italianos no topo da lista de melhores amantes. Alemães e ingleses seriam os piores

Os brasileiros lideram lista mundial de melhores amantes, segundo pesquisa. http://catr.ac/p561613
Verdade ou as gringas caíram no conto do Latin Lover?!
Uma plataforma digital de pesquisas (OnePoll), especializada em tendências de mercado, entrevistou 15 mil mulheres de diversos países para saber quem sãos os melhores amantes. Depois dos espanhóis, os brasileiros aparece em segundo lugar, seguido dos italianos, franceses e irlandeses. Na lista dos piores, pela ordem, alemães, supostamente por causa do “odor;” ingleses, pela baixa “performance”, e os suecos ( “muito rápidos’). Os americanos, em quinto lugar, foram considerados muito “dominadores”.

Melhores amantes:
1. Espanha
2. Brasil
3. Itália
4. França
5. Irlanda
6. África do Sul
7. Austrália
8. Nova Zelândia
9. Dinamarca

10. Canadá Piores amantes:
1. Alemanha
2. Inglaterra
3. Suécia
4. Holanda
5. Estados Unidos
6. Grécia
7. País de Gales
8. Escócia
9. Turquia
10. Rússia.
Fonte:catracalivre

A função do economista em um mercado livre e em um mercado regulado

economista.jpgA economia nos fornece algumas leis verdadeiras, do tipo: se temos A, então temos necessariamente B, que gera C, que provoca D, etc. Algumas destas leis são verdadeiras em qualquer ocasião, isto é, A sempre é válida (a lei da utilidade marginal decrescente, as preferências temporais, etc.). Já outras leis requerem que A seja considerada a priori como verdadeira antes que seus efeitos possam ser afirmados na prática.
A pessoa que identifica as leis econômicas e as utiliza para explicar fatos econômicos complexos está agindo como um historiador econômico, e não como um teórico econômico.  Ele é um historiador quando procura a explicação causal dos fatos passados; e ele é um prognosticador quando ele tenta prever os fatos futuros.

Há alguma coisa acontecendo

mises2014.jpgÉ possível perceber que já há algo de diferente na atmosfera intelectual.  Não é exagero dizer que já respiramos um ar diferente.  São vários os sintomas que me levam a encarar desta maneira otimista a nossa realidade. Quando entrevistei o Bruno Garschagen para o centésimo podcast, tive a plena certeza disso.  E tive essa certeza pelo simples fato de ser a centésima entrevista.  No inicio deste projeto de entrevistas, nós do IMB visualizávamos uma lista de apenas entre quinze a vinte pessoas "entrevistáveis".  No entanto, já passamos das cem entrevistas.  Como?  De onde surgiu essa gente?
Qualquer alteração que se queira nos rumos de uma sociedade deve ser antes precedida pela mudança no rumo das ideias.  E é a isso que o Instituto Mises Brasil se propõe.  Não somos uma instituição de ensino padronizada; não somos um partido político; não somos um grupo de influência que visa à implementação de "políticas públicas"; não somos um centro de produção cultural ou uma ONG de ativistas.  Tudo o que o instituto faz é divulgar ideias, por meio de artigos, livros, podcasts, palestras etc.

Nosso frágil planeta

terra-frágil-do-planeta-13940378.jpgExaminemos algumas declarações que refletem uma visão tida como absolutamente inquestionável.  
"O mundo em que vivemos é belo, mas muito frágil".  Ou "A terceira pedra do sol, também conhecida como Planeta Terra, é um oásis bastante frágil".  Eis algumas frases divulgadas no Dia da Terra: "Lembre-se de que a Terra tem de ser salva diariamente".  "Lembre-se da importância de cuidar do nosso planeta.  É o único lar que temos."
Tais declarações, sempre acompanhadas de previsões apocalípticas, são rotineiramente feitas tanto por ambientalistas extremistas quanto pelos não-extremistas.  Pior ainda é o fato de que esta doutrinação sobre a "terra frágil" é infundida em nossa juventude desde o jardim de infância até a universidade.  Sendo assim, examinemos o quão frágil a terra realmente é.